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Entenda a importância do reaproveitamento de materiais na construção civil

29

jun 2020

Por:FirendsLAB
Não categorizado

Conciliar o processo de produção com o desenvolvimento consciente é um grande desafio da construção civil. Isso porque um dos maiores obstáculos da área é controlar a grande geração de resíduos e dar o direcionamento correto para cada tipo deles.

O equilíbrio encontrado para enfrentar esses desafios é o reaproveitamento desses materiais, sendo a forma mais inovadora e necessária para a realidade e o futuro da construção civil. 

É hora de pensar que os resíduos, que geralmente são descartados em caçambas e destinados à aterros e lixões, podem facilmente ser reaproveitados em outras construções.

E esse reaproveitamento pode se transformar em tijolos, telhas, pisos e muitos outros produtos que são usados em uma obra, e além da economia, a sustentabilidade ambiental é preservada e cultivada.

Consequências do não reaproveitamento de materiais

No Brasil, mais de cem milhões de toneladas de entulhos são descartados em aterros e lixões, mensalmente. 

Todo esse material é equivalente a sete mil prédios de dez andares. Em alguns estados do país, são descartados quase 200 toneladas por dia que por muitas vezes vão parar nas margens dos canais ou até mesmo nas ruas. 

Isso significa que menos de 20% dos municípios lidam de forma correta com as sobras de demolições e da construção civil. 

São Paulo ganha destaque nesse cenário, são recolhidos diariamente quase 2 mil toneladas de entulho, e o descarte desses materiais segue crescendo de forma irregular. 

Os impactos ambientais e sanitários desse descarte incorreto são, principalmente, o comprometimento do tráfego, além da drenagem urbana e o favorecimento da multiplicação de vetores patogênicos como baratas, ratos, moscas, vermes, fungos, bactérias e vírus. 

Portanto, além da conscientização, é preciso também de compreensão para que esses resíduos consigam ser reaproveitados. 

Soluções inteligentes para reaproveitamento

Os resíduos da construção civil impactam negativamente os setores da economia, saúde e ambiente, ou seja, todos nós somos diretamente prejudicados com esse problema. 

E o mesmo acontece quando esse problema é solucionado de forma positiva, e acaba afetando toda a população com essas mudanças inteligentes e necessárias na gestão consciente na construção civil

O controle da superprodução é um dos primeiros fatores, isso quer dizer que o desperdício precisa ser controlado. Se os custos da obra são diminuídos, também são reduzidos todos os impactos relacionados à produção desses resíduos.

Os custos de um desperdício de matérias e o descarte de resíduos interferem tanto na empresa quanto para a sociedade num todo. Esse material que foi desperdiçado gera gastos para empresa que, de forma inerente, transfere parte desse prejuízo para o consumidor final. 

E além disso, esses entulhos abandonados precisam ser recolhidos, sendo responsabilidade do poder público. E se o poder público tem gastos para recolher, logo a sociedade também tem. 

Em algumas cidades, como no interior de São Paulo, a multa para quem descartar entulhos em qualquer lugar indevido é de até R$ 8 mil. Para não correr o risco de ser multado, ecopontos ficam espalhados na cidade onde o morador pode fazer o descarte correto e de graça. 

Porém, mesmo descartando esses materiais em locais corretos, estima-se que reciclar ou reutilizar materiais da construção civil é 40% mais barato

Isso porque essa prática garante que uma quantidade menor de matéria prima seja extraída, o que consequentemente diminui os impactos ambientais que essa produção implica. 

O ideal é sempre a reciclagem e reaproveitamento, uma vez que essas soluções se apresentam de forma muito mais promissora, além de terem um alto custo-benefício. 

A partir desses entulhos é possível produzir também britas, areia e pedrisco. Excelentes na construção de moradias de baixo custo, por exemplo. 

Como pensar sustentável 

A Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é atual e nela instrumentos importantes permitem o crescimento necessário ao país, na batalha contra os principais problemas econômicos, sociais e ambientais causados pelo manejo incorreto desses resíduos. 

Essa lei visa a redução na geração de resíduos e propõe a prática de hábitos de consumo sustentável, com isso há uma previsão no aumento da reciclagem e reutilização de resíduos sólidos.

Aos resíduos que não podem ser reaproveitados ou reciclados, a destinação correta dos rejeitos também deve acontecer.  

Na hora de reaproveitar os materiais da construção civil, é preciso de um planejamento ordenado que reconheça o uso eficiente de todos os recursos. E é de responsabilidade do trabalhador envolvido o compreendimento das definições atribuídas à obra

Esse conhecimento de uma melhor aplicação e materiais ideais que sejam compatíveis com a ideia, sem o uso excessivo de insumos. 

Quando falamos de soluções sustentáveis também falamos de Ecogranito, esse produto sustentável além de contribuir para a economia de gastos é também compatível com tudo que citamos neste artigo. 

O Ecogranito é um produto com aparência semelhante ao granito e é gerado a partir da reutilização de resíduos provenientes da extração das rochas de mármore e granito em jazidas. Consiste em uma massa acrílica de base aquosa adaptável à qualquer superfície independente do seu formato. 

E por falar em resíduos que podem ser reutilizados ou reciclados, alguns podem passar por esse processo já no local da obra e são classificados como Classe A

  • Tijolo
  • Concreto
  • Argamassa

Resíduos que podem ser reutilizados ou reciclados em outros cenários, classificados como Classe B

  • Plásticos
  • Papéis
  • Gesso
  • Metais
  • Vidros

Esses resíduos precisam de ser separados de forma correta e com identificação, para que na destinação em cooperativas de reciclagem ou áreas de transbordo e triagem (ATTs) façam a transformação do material. 

Já os resíduos classificados como Classe C, são os que não podem ser reciclados e ainda não contam com uma tecnologia viável para tal:

  • Isopor
  • Massa corrida
  • Massa de vidro

Esses, entre outros materiais, que não conseguem ser transformados precisam de mais atenção na hora da escolha, para que o mínimo de desperdício aconteça. 

Já os resíduos danosos à saúde e considerados perigosos ficam na Classe D

  • Tintas
  • Solventes
  • Ferramentas

Estes devem ser enviados para os aterros e ATTs que recebam estes produtos. Destinar os resíduos de uma obra de forma correta é de extrema importância para o futuro da construção civil sustentável. 

Essa estratégia é essencial para um bom funcionamento da obra atuando como um essencial instrumento de gestão. 

Quanto mais profissionais se conscientizarem a partir desse pensamento, os benefícios serão cada vez maiores e melhores para todo o mundo. Reciclar, reutilizar e reduzir resíduos na construção civil formam firmemente um time fortalecedor de uma cultura de responsabilidade ambiental. 

E se você é uma empresa, se tornar referência em sustentabilidade no segmento de construção civil pode ser um bom caminho para o seu negócio. 

Como você vê o reaproveitamento de materiais na construção civil? É algo possível para você ou para a sua empresa? Conta pra gente nos comentários! 

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