prédios autossuficientes

Prédios autossuficientes, já ouviu falar?

O mundo está mudando, e o comportamento das pessoas também. Em especial, quando o assunto é meio ambiente e sustentabilidade. Atualmente, ter qualidade de vida, para muitos, está atrelado a não prejudicar o planeta. E é neste contexto que está ocorrendo a alavancagem e o interesse por prédios autossuficientes.

Você já ouviu falar deste termo? Bom, esse tipo de construção também é denominada de edifícios de energia zero. Se você quer ficar por dentro dos principais assuntos e entender as tendências do mercado em relação à sustentabilidade, você precisa ler este conteúdo!

Afinal, o que são prédios autossuficientes?

Prédios autossuficientes são construções que produzem mais energia do que consomem. Ou seja, na balança energética, os gastos de todo o prédio devem ser supridos pela energia gerada por ele mesmo durante determinado período.

Vale lembrar ainda que prédios autossuficientes devem trabalhar com o suprimento de energia por meio de fontes renováveis. Assim, anualmente, a energia utilizada deve ser contrabalanceada por fontes renováveis produzidas dentro do edifício ou adquiridas fora dele.

Como funcionam e são construídos?

Para chegar aos edifícios de energia zero, do inglês zero energy building (ZEB), é preciso alinhar as arquiteturas sustentável, inteligente e bioclimática junto à engenharia desde o início do projeto. Além de atentar-se para boas práticas na construção civil, como por exemplo, evitar desperdícios e fazer o reaproveitamento de materiais.

A partir destes pilares, a construção é iniciada tendo como principal objetivo um empreendimento suficiente. Para isso, é necessário avaliar quanto de energia seria gasta pela construção em determinado período e como os gastos podem ser supridos, por meio do próprio edifício.

Entre as principais soluções estão:

  1. energia fotovoltaica;
  2. turbinas eólicas;
  3. redução de iluminação artificial; com ampliação de janelas
  4. diminuição dos sistemas de climatização, por meio do uso de revestimentos sustentáveis;
  5. maior aproveitamento da luz solar;
  6. isolamento térmico;
  7. posicionamento adequado de aberturas para ventilação natural;
  8. retenção de energia, por meio de vidros específicos;
  9. utilização de materiais com alta inércia térmica;
  10. e outras tecnologias.

Exemplos de empreendimentos suficientes

Quando mencionamos os prédios autossuficientes, ainda estamos falando do futuro da construção civil. Por esse motivo, ainda são raros os edifícios de energia zero. Por outro lado, cada vez mais constroem-se empreendimentos suficientes, cujo objetivo é ampliar as técnicas para autossuficiência.

Neste sentido, os empreendimentos suficientes não cobrem todo o gasto de energia do prédio por meio de fontes renováveis e limpas, mas, grande parte é suprida. Confira dois importantes exemplos para a arquitetura e engenharia:

Edifício Eurobusiness

Você sabia que o primeiro prédio em todo mundo a ganhar certificação de autossuficiência em água é brasileiro? Apesar do nome remeter ao continente europeu, o Edifício Eurobusiness está localizado em Curitiba.

Em 2019, o prédio ganhou a certificação LEED Zero Water, que valida sua autossuficiência na categoria água. Dentro da própria construção acontece o armazenamento de água da chuva, tratamento de água de esgoto e captação de água potável.

Dá para acreditar que temos um exemplo tão próximo? As soluções implementadas possibilitam uma economia acima de R$ 80 mil por ano. Assim, fica fácil entender que a sustentabilidade além de ser importante para a manutenção da vida em sociedade, é uma forma de reduzir custos.

Oklahoma Medical Research Foundation

Outro exemplo de empreendimento suficiente, desta vez estrangeiro, é um instituto de pesquisa biomédica sem fins lucrativos localizado em Oklahoma, nos Estados Unidos. A construção é considerada uma das mais sustentáveis de todo o mundo. 

Neste caso, o prédio é considerado autossuficiente em termos energéticos para o seu funcionamento. Como? Por meio de turbinas eólicas instaladas em toda a cobertura do edifício, que captam a velocidade do vento e convertem em energia elétrica.

Quais as vantagens de prédios autossuficientes?

Como mencionamos anteriormente, os prédios autossuficientes são o futuro da construção civil. Afinal, sustentabilidade é atualmente uma das grandes buscas da sociedade e, por consequência, do mercado.

Deste modo, é preciso conhecer seus benefícios e, gradualmente, aplicar técnicas para autossuficiência nas construções. Assim, cada vez mais chegaremos à autonomia dos edifícios e contribuiremos para a longevidade dos recursos naturais.

Confira as principais vantagens dos prédios autossuficientes:

  • reduzem completamente, ou pelo menos significativamente, o consumo de energia elétrica;
  • possibilitam ambientes saudáveis, sustentáveis e confortáveis para todas as pessoas;
  • o gerenciamento é melhor em termos de consumo de água, luz e gás, com foco apenas nos gastos necessários;
  • reduzem custos no orçamento familiar;
  • são tecnológicos e modernos;
  • são altamente voltados para o bem-estar.

Bom, chegamos ao final deste artigo. É incrível como a arquitetura e construção civil estão em constante evolução para o bem comum, não é mesmo? Compartilhe conosco nos comentários o que você acha destes avanços!

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