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O que esperar do mercado imobiliário em 2021?

Desde o início da pandemia, a Ecogranito, com base em pesquisas e atualizações referentes ao mercado, propõe análises confiáveis de como a vida está sendo moldada durante e após pandemia da Covid-19. Por isso, neste artigo, indicaremos algumas previsões para o mercado imobiliário em 2021.

Sua atenção está voltada para esse tema? Pois saiba que o assunto interfere diretamente no futuro do seu negócio. Além disso, é preciso observar também os movimentos nos setores de construção civil, arquitetura e design de interiores.

Como será a noção de morar após a pandemia? Quais as expectativas do segmento para o próximo ano? O que muda e o que fica de aprendizado com o novo coronavírus? Acredite, essas respostas estão aqui e farão total diferença na sua perspectiva de mercado. Faça uma boa leitura!

Impactos da pandemia nos setores imobiliários

Num primeiro momento, tudo parou para absorver o que ocorria no Brasil e no mundo. Em seguida, desde março, a sociedade brasileira vêm se adaptando a realidade imposta pela pandemia. Agora, empresas e cidadãos se reestruturam à vida que é possível.

Com os setores que envolvem imóveis, desde construtoras às imobiliárias, não foi diferente. Porém, morar é inerente ao ser humano, e com o distanciamento social, tornou-se ainda mais importante.

Enquanto escritórios e organizações fechavam suas portas temporariamente, aumentaram as buscas por imóveis residenciais mais confortáveis, bem como muitas pessoas passaram a refletir sobre a possibilidade de investir em um ativo mais seguro economicamente, como por exemplo, casas e apartamentos.

Confira a influência nas duas áreas imobiliárias mais importantes para o país:

Construção civil

Em 07 de maio de 2020, o Governo Federal decretou que a construção civil (assim como a mineração e indústria) são atividades essenciais durante o momento de crise. Desta forma, a realização de obras, a abertura de depósitos de materiais de construção, e outras atividades continuam liberadas no Brasil.

No primeiro trimestre de 2020, se comparado ao mesmo período de 2019, houve uma queda de 2,4% na construção civil. Porém, enquanto obras de infraestrutura observaram uma retração, outros serviços como de reformas nos lares brasileiros tornaram-se maiores.

De acordo com o levantamento feito pelo Indicadores Imobiliários Nacionais, houve um aumento de, aproximadamente, 27% na aquisição de imóveis residenciais novos no primeiro trimestre de 2020, em comparação ao ano anterior.

Arquitetura e design de interiores

Com o mercado voltado mais para construção e aquisição de imóveis residenciais, o segmento de arquitetura e design de interiores também pôde observar mudanças significativas no comportamento dos consumidores.

Isso porque a pandemia trouxe uma nova reflexão a respeito do conceito de lar. Neste momento, uma parcela significativa da população já pensa sobre adaptação da casa para o distanciamento social, ou até mesmo compra e construção de imóveis que sejam adequados à nova realidade.

A tendência é uma busca por espaços maiores, com disponibilidade para home office e lazer. Além de locais com mais contato com a natureza, mais sustentáveis, confortáveis e personalizados.

Deste modo, tanto a construção civil quanto a arquitetura estão sendo demandados para concretizar as novas expectativas em relação aos espaços privados e de convivência. Esse aspecto inclui também os locais de trabalho, espaços co-workings, entre outras demandas organizacionais que propõem estar de acordo com o novo normal nos momentos de reabertura e aceleração econômica.

Expectativas para o mercado imobiliário em 2021

Além de previsões e tendências, é preciso falar também de expectativas baseadas em números e análises recorrentes dos profissionais imobiliários e da economia. Mesmo ainda estando no início do segundo semestre de 2020, já é necessário se preparar para o ano que vem. Afinal, 2021 pode ser o grande ano, com a chegada da tão esperada vacina contra a Covid-19.

Diante dessa possibilidade, apontada pelos cientistas, o cenário encontra-se otimista. Durante a live “De Olho no Mercado Imobiliário na Pandemia”, realizada em julho pelo Estadão Imóveis, especialistas apontaram que há um grande interesse do mercado em investir em imóveis, tanto agora quando após a pandemia.

Os fatores que justificam essa esperança são vários e é necessário conhecê-los para compreender tal contexto. Outro ponto importante é que, em 2020, a previsão de crescimento para o mercado imobiliário chegava até 20%.

O resultado não se concretizará neste ano, mas, há uma demanda alta que ocorrerá assim que houver um momento de mais segurança. Sendo assim, a expectativa é que este movimento crescente aconteça logo em 2021.

Confira quais são outros aspectos relevantes para o otimismo do mercado imobiliário:

Condições econômicas

Em junho, o setor imobiliário passou por boas condições econômicas com taxas de juros baixas e propostas de financiamento promissoras. Com a permanência das taxas de juros em queda, como é o esperado, o investimento em imóveis torna-se uma boa opção.

Busca por bem-estar

Já mencionamos ao longo do artigo a mudança de percepção dos indivíduos sobre os lugares que habitam e o que buscam nestes locais. Em 2021, esse tipo de reflexão será ainda mais comum, pois com tanto tempo dentro de casa, as pessoas tendem a desejar melhorias no lar.

Neste sentido, as melhorias vão desde pequenas reformas no apartamento à compra ou construção de imóveis. Sendo assim, a construção civil terá que se preparar de formas diversas para solicitações diferenciadas, mas que serão bastante positivas financeiramente para o segmento.

Incentivos ao mercado imobiliário

Durante ou depois de períodos de crise, as instituições sócio-econômicas e governamentais buscam encontrar caminhos para driblar os principais desafios. Dessa forma, com o novo coronavírus, a crise além de sanitária é também econômica.

Com base nesta linha de raciocínio, é possível esperar determinados tipos de incentivos fiscais aos vários setores que fazem girar a economia do país. E, claro, o mercado imobiliário está entre eles. Assim, será mais fácil construir, vender, negociar, entre outras ações do mercado.

E então, conseguiu visualizar o cenário para o próximo ano? Conta pra gente nos comentários.

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