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Resíduos Perigosos: O Que Fazer? Como Destinar?

16

mar 2019

Por:ecogranito
Obras e Projetos

Uma rotina maçante para todas as obras é lidar com as sobras, restos e resíduos gerados na construção. A principal preocupação, nesse cenário, são os resíduos perigosos.

Tanto pela exigência maior no que tange à legislação quanto pelo prejuízo que eles podem causar ao meio ambiente e à saúde dos trabalhadores do canteiro.

Você já ouvir falar deles? Sabia que eles podem gerar transtornos e prejudicar o meio ambiente se não descartados da maneira correta?

Acompanhe esse post e entenda o que são resíduos perigosos, quais são e como lidar com eles em sua obra. Confira!

O que são resíduos perigosos?

São diversos tipos e estados dos resíduos perigosos, os quais podem ser secos, molhados e terem sua composição química orgânica ou inorgânica.

Eles fazem parte da Classe I de resíduos e representam rejeitos que apresentam riscos importantes à saúde pública e ao meio ambiente. Por este motivo, existem regras e normas específicas para o tratamento dessas substâncias.

Os resíduos perigosos podem ser assim classificados caso apresentem ao menos das características abaixo, sendo elas:

  • inflamabilidade,
  • corrosividade,
  • reatividade,
  • toxicidade,
  • patogenicidade,
  • carcinogenicidade,
  • teratogenicidade e
  • mutagenicidade.

Desde que a característica identificada seja capaz de gerar significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental, tal como é definido na Lei 12305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Ok, mas em sua obra, você sabe identificar se os resíduos se classificam como perigosos?

Em geral, essa informação deve estar escrita na embalagem do produto. Todavia, é fundamental estar atento a uma questão: todo material, ainda que não seja resíduo perigoso, mas que tenha entrado em contato com um resíduo que recebe essa classificação, deve também ser considerado como resíduo Classe I!

Observe abaixo o que são resíduos considerados perigosos em sua obra:

  • Tintas à base de óleo;
  • Solventes;
  • Cola para tubulações;
  • Cimento;
  • Esmalte Sintético;
  • Expansor;
  • Impermeabilizantes;
  • Fibrocimento;
  • Amianto;
  • Todo o material contaminado pelos produtos citados acima.

É importante reforçar que, caso você esteja na dúvida se um resíduo é perigoso ou não, sempre consulte a respectiva FISPQ. Lá, certamente, estarão todas as orientações relacionadas à composição do produto e resíduo.

Como descartar de maneira correta esses resíduos?

Agora que já sabe o que é um resíduo perigoso e quais deles estão presentes em sua obra, é muito importante compreender como lidar com eles.

Com o intuito de amenizar o impacto causado pelos resíduos gerados no setor de construção civil, foram criadas regras que devem ser seguidas em todas as etapas de uma obra.

A Resolução 307/2002 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) é o principal guia para a gestão de resíduos sólidos da construção civil.

A referida norma determina que os diferentes tipos de resíduos gerados em uma obra devem ter seu destino específico. Ou seja, cada tipo de resíduo é descartado em seu determinado local.

No caso dos resíduos perigosos, o destino final deles deve obrigatoriamente ser Áreas de Transbordo e Triagem (ATT) ou aterros industriais autorizados a trabalharem com este tipo de material.

As embalagens de conteúdos perigosos após seu uso podem ser devolvidas ao seu fabricante. Essa é uma maneira sustentável de destinar essas embalagens.

Para destinar os resíduos a áreas autorizadas à recebê-los é necessário o uso de caçambas específicas.  Essas caçambas normalmente possuem o volume de 3 a 5m³ para resíduos sólidos de 1m³ para os líquidos. Você pode consegui-las através de aluguel que já integra a coleta delas e as destina às ATTs.

Custo para destinação de resíduos perigosos

Vale reforçar que o custo para destinação dos resíduos perigosos é muito maior que para os resíduos não perigosos. Em geral, o valor da caçamba inclui o aluguel e também o peso do resíduo a ser destinado.

Devido à complexidade do processo de destinação final, em geral, os aterros industriais também cobram um preço superior para receber esse tipo de resíduo.

Por isso, o ideal é, sempre que possível, evitar a geração de resíduos perigosos! Assim, reduz-se o custo de transporte e também de destinação dos resíduos da obra.

Optar por resíduos menos agressivos à saúde e ao meio ambiente também é capaz de gerar uma redução de riscos de doenças do trabalho, bem como sanções do poder público, dado que o manuseio e armazenamento de resíduos perigosos deve ter um controle muito rigoroso, tal como preconizado na NBR 12235/1992.

Gostou de saber mais sobre resíduos perigosos em obras neste artigo? Compartilhe com quem você acha que precisa saber mais sobre o assunto!

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